Muitas matérias acerca do disquete foram escritas declarando sua morte. Não só nas mídias, mas também os usuários finais desligaram o aparelho que mantinham o disquete vivo... Substituindo-os por pen-drives ou CD/DVD-RW.
E morreu. Foi dessa para melhor. Bateu as botas. Abotoou o paletó de madeira (ou "de plástico"). E inicia-se o cortejo fúnebre, ele no caixão carregado com honras pelo pen-drive e CD-RW num lado, o ZIP (Já bastante idoso) e o SD no outro lado.
E um (o) pinguim aparece na frente deles com um desfibrilador nas asinhas (o momento foi flagrado com uma foto, que você já deve ter visto aqui). Ele diz para abrir o caixão. Carrega a 5V. Manda outros afastarem, e pede para o usuário finalíssimo inconsoladíssimo e todo melado de lágrimas que estava atrás deles, amparado pelas mulheres-de-luto-profissionais contratadas, balbuciando com a boca produzindo bolha grande de saliva de choro pelas boas memórias que teve com ele, se afastar também. E ZZZZZZZAAAAP! Nada? Outra vez. ZZZZZZZZAAAAPPPP! E o pinguim diz: "Há batimento! Levem para o hospital rápido para uma operação!"
E o tal pinguim deixou a experiência de como ressuscitar disquete finado, que fará ele não ser mais motivo de visita ao cemitério que se chama lixão no dia dos finados. Ele foi muito legal comigo que relatou a experiência e me mandou e-mail para mim e abri o e-mail no "man superformat" e "man fdformat" na linha de comando no planeta do pinguim, o Linux. Estava na cidade de Ubuntu quando abri. Repeti a experiência... E funciona! Metade de todos que eu tinha enterrado voltaram a viver... Outros continuaram mortíssimos mesmo. Só que agora tenho mais lugares para gravar ou como eu quiser fazer com eles. Talvez seja legal gravar as senhas do seu PC num disquete pois ao roubar, vai ser difícil o ladrão ou o hacker adivinhar que há senhas ali. E deixe senhas com uma leve criptografia, ou seja, adicionando uma letra a mais entre no terceiro e quarto caractere, que só você saberá (só cuidado para não esquecer), por exemplo. Daí você poderá relembrar senhas esquecidas colocando o quase-morto disquete e verificar.
Vamos Lá! Antes, esteja com seu Linux, com o programa superformat e fdformat instalado. Se não sabe como usar Linux e/ou instalar esses programas se não estiverem instalados, é outro assunto, portanto dê um Google nele e boa viagem, e volte aqui depois de uns dias.
Ah, já está com seu Linux aberto? Ótimo.
Umas pré-instruções sobre a arquitetura do disquete. O disquete é constituído de um disco com duas fases, como se fosse lado "A" e lado "B" de um LP (se não é dos tempos de LP, pesquise isso no... Isso.), denonimados de lado 0 e lado 1, ou cabeça (head), a superfície do disco é um amontoado de círculos concêntricos, que cada círculo é denominado de "cilindro" ou "trilha", e cada trilha possui uma série de setores. Conforme vai se afastando do núcleo do disquete, o tamanho do cilindro aumenta, mas o tamanho binário total de cada cilindro permanece o mesmo, por questões de dificuldade técnica e prática. Um setor mais próximo do núcleo é mais compacto que o da trilha mais afastada, ou seja, o espaço físico entre cada célula de dado dentro de um setor é menor quando mais perto do núcleo. É quase como um cartão perfurado, mas "perfurado" magneticamente. A vida útil é de 5 anos, mas os linuxistas podem fazer ela viver mais, embora ele se deteriore com o tempo até ficar in memorian. O tamanho de cada setor é de 9 bytes. A estrutura do disquete é mesmíssima da estrutura de um dos discos magnéticos que constituem um HD. Ao abrir um disquete e olhar para aquela coisa aparentemente sem graça e marrom, você estará vendo uma coisa parecida do conteúdo físico misterioso e exótico do HD! Já que você adquiriu uma pequena noção sobre setor, o tamanho do setor de um HD é de 512 bytes! Se você teve um "déjà vu" quando disse 512 bytes, isso mesmo. Ela deve aparecer em alguma especificação em algum lugar no Sistema Operacional, texto, etc. É disso mesmo que eles estavam se referindo! Portanto, maioria (praticamente 99%) dos disquetes têm 80 trilhas, sendo 18 setores, que na verdade todos têm 83 trilhas e 21 setores, ou seja, dá para aumentar mais 303KB, ficando com 1.743KB! Mais adiante mostrarei como.
Agora falando de ressuscitar os moribundos, uma das coisas que estragam "demais" no disquete é que um defeito em um setor inutiliza um cilindro inteiro! Por isso temos perdas "exageradas" quando um setor pifa. Pelo menos, se pode considerar isso como um "pelo menos", podemos isolar somente o cilindro e usar o resto. E a má notícia? O computador não sabe pular um cilindro defeituoso do disquete. Na verdade, a culpa não é do computador, é possível tecnicamente até, mas é por preguiça dos engenheiros, ou a pressa dos investidores, ou sei lá o motivo, que não puderam fazer isso. A contra-má notícia é que ainda é possível fazer isso, porque é tratável "softwaremente", contudo para quem tiver tempo livre e tiver por perto uma árvore que produza dinheiro e fazer por entusiastismo e não por inovação. Posso estar errado, mas quem sabe...
Estou brincando! É possível fazer isso já! E temos o programa - o superformat! (Clap! Clap! Clap! Clap! Clap!)
Então como faz? Procura-se iniciar, programaticamente, no cilindro posterior do defeituoso e estender até o cilindro final, ou iniciar e ir até ao cilindro anterior do defeituoso. Qual o melhor? Depende do maior espaço possível que lhe disponibilizar, e ali se decidirá. Se gostar de programação matemática, vai ser assunto legal para procurar otimizar isso (quem sabe programação matemática, sabe do que estou falando). E se tivermos dois cilindros defeituosos? Aumente a lógica nisso. Teremos então 3 decisões: ou do começo até antes do primeiro cilindro bichado, ou entre depois do cilindro bichado até antes do segundo cilindro bichado, ou a partir depois do segundo cilindro bichado até o fim. E se tivermos 3 cilindros com larvas? A mesma coisa que antes. E quanto a de isolar só o setor em vez do cilindro todo? Entra um outro problema. Quando isola só o setor, acaba isolando todos os setores paralelos a esse! Qual a melhor decisão? A mesma coisa - maior espaço final. É uma questão de tentativa, cálculo, anotação, nova tentativa, até achar o ideal. Se souber Shell-Script, pode preparar um script para isso, mas às vezes tem um disquete peculiar que se consegue resolver por intuição, ou seja, na enésima tentativa não programada, tudo funciona como novo! Isso esconde muitas surpresas, como uma aventura cibernética. Tente e me entenderá.
Mas como vou explicar isso para o drive? O disquete tem um espaço, mínimo, quase no tamanho de uns bits, onde guardam informações sobre o disquete em que está, como se fosse carteira de identidade. O drive vai primeiro ler nele para "se preparar" antes de ler o disquete todo. Ele extrai dali onde começar e onde terminar. Eis ali a mágica de reutilização de um disquete dado como sem vida. O programa superformat faz uma cirurgia "cardíaca", fazendo "ponte de safena" entre cilindros ou entre setores!
Vamos começar agora a prática laboratorial num corpo frio quadrático cheirando a formol (que talvez volte a viver, não berre se ele lhe cumprimentar depois de anos no caixão!).
Pela demonstração, já deve ter adivinhado de como faz para aumentar o tamanho num disquete, mesmo que todo bom... Isso: superformat /dev/fd0 cyl=83 sect=21, e ficará com 1.743KB! Às vezes alguma distro possui o /dev/fd1743, e faz direto com fdformat /dev/fd1743.
Sabia que existe tecnologia para aumentar o disquete para até... 32MB! Sim, leu certo e não digitei errado: 32MB! É com seus disquetinhos mesmo! Para 32MB! Uma dessas técnicas é usar o espaço vazio entre células de cada setor até o espaço ficar quase nulo entre elas, e não importando a diferença de tamanho em cada setor! É um drive especial chamado "Superdisk", que tem (tinha) no Japão. E onde está isso? Foi enterrado em favor de... Adivinha? CD-ROM. É... maldade do dinheiro.
Fale comigo. Desabafe. Chore. Conte piada. Avise sobre erro do site se houver algum. Elogie-me. Peça licenciamento do conteúdo escrito por mim no site. Conte novas do Star Wars. Convide-me para comer comida Japonesa que você vai pagar. Tudo de bom. Tudo de ruim, mas controlado.

Javascript Orientado a Objetos, na verdade, Javascript quase Orientado a Objetos. Por que quase? Por que Javascript por si só já é orientada a objetos, mas de novo, só quase. Porque ela é uma linguagem de programação interpretada, ou seja, igual a PHP, Perl, Python, e diferente a Java, C++, além de outras. O que diferencia essa linguagem tanto estas como aquelas? Grosso modo (ou não), C++ e cia. são compiladas e Javascript e cia. são não-compiladas. Mas o que isso tem a ver com ser "quase" citado no começo? Porque o Javascript tem um vício cultural de ser usado como programação estruturada, e linguagens de programação interpretada força o uso mais no estruturado que no orientado a objetos, que por ora em diante direi somente "OO". Não que seja errado, muito pelo contrário, na programação nós somos livres de como queremos que uma lógica se comporte num código.
Agora, para quem gosta (ou seja lá o motivo) de OO, e não vou citar os prós e contras na programação orientada a objetos (sou mais pró, mas isso é outro assunto), eis como podemos fazer no Javascript. Ééé! Sim! É possível sim!
O único defeito é o encapsulamento fraco, mas isso deixa de ser defeito por ser desnecessário pelo que Javascript é somente para aquela página e seu uso compartilhado com outros sites é rigorosamente controlado. Podemos comparar isto como a desnecessidade de usar bolsa de oxigênio daqueles de mergulhador quando estamos no meio da floresta... Só paranóico em pessoa vai fazer isso.
Ainda mais, quem tem acesso a atributos de uma instância é só o site que o contém.
Interface e polimorfismo, bem, o Javascript em si só já tem isso, como por exemplo, acrescentar funcionalidades do método toString() em quase todo objeto. Como? Pelo "prototype". Procure saber no Google o que é e como se usa "prototype" no Javascript.
Bem, vamos começar? Lá vai.
No C++ e PHP, uma classe começa a ser construída colocando "class Nome", abrindo com "{", terminando com "}", sem esquecer do ";" depois do "}". E o Javascript? Como é? Eis:
function Nome()
{
}
Isso. Pronto. E já ouço alguém se decepcionar com um sonoro: "Ai cara! Isso é para fazer função! Perdi meu tempo!"
Calma... Já vai começar as coisas diferentes!Lá vai o diferente:
function Nome() { this.variavel1; this.variavel2; }
A novidade está no "this". Antes que digam "Mas ué", "this" do Javascript tem umas funções que nós já conhecemos (se é novato, estude Javascript básico antes... Livro "USE A CABEÇA - JAVASCRIPT" é perfeito para você, comecei ali), mas em se tratando de OO, funciona para quase encapsular as variáveis, que na verdade serve para vincular a variável para a classe em que está, e portanto quando vamos instanciar um objeto, por exemplo, "var umaclasse=new Nome();", acessar um atributo nele será "umaclasse.variavel1", e podemos fazer o que quiser com ele como "alert(umaclasse.variavel1);".
E os métodos? É só criar funções dentro da classe, certo? Errado. O "prototype" vai entrar em cena. Veja como:
Nome.prototype.meuNomeEh=function() { alert(this.variavel1); }
FORA da classe. Não é para fazer isso dentro da classe. Portanto, algo como:
function Nome() { this.variavel1; this.variavel2; } Nome.prototype.meuNomeEh=function() { alert(this.variavel1); }
As variáveis já podem ser inicializadas com algum valor padrão, quando necessário:
function Nome() { this.variavel1='beltrano'; this.variavel2='fidalgo'; this.variavel3='fidalgo'; }
Como vamos chamar uma classe? Isso você já deve ter suspeitado ao ler... Iiiisso:
var umobjeto=new Nome();
Se eu quiser instanciar um objeto inserindo valores no argumento? Também possível, assim:
function Nome(variavelTemp) { this.variavel1=variavelTemp; this.variavel2; }
Com a mesma regra sintática para funções quanto ao parâmetros.
Agora é só voar com a sua imaginação!
Deixo aqui um link para baixar uma classe que criei para facilitar o uso do AJAX, que servirá também como exemplo de uso de Javascript OO: IgnicaoAjax.zip (contém IgnicaoAjax.js)
Estou vendendo coisas que ficaram inúteis para mim, mas que serão muito úteis para quem as comprar...
Aproveita então ver o que é útil para você e pegar para você!
Elas estão expostas no Mercado Livre. Clique no link para ver a lista e comprar: Mercado Livre
Estou para adicionar mais produtos!
Seu raciocínio está bom? Será? Jogue Numerox e teste atividade do seu cérebro! Clique aqui para ir jogar!
Dados extraídos do site http://esporte.uol.com.br/futebol/clubes/atletico-pr/ em RSS
Coleção de vídeos favoritos que curti, ri, torci a boca, assustei, achei interessante, aplaudi, impressionei, et cetera, et cetera.
O tema diz tudo... Entre com apelido e senha e use o suporte para aprimorar o estudo de Idiomas.
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